A ontologia política que nunca alcança a justiça (meio-termo), mas visa ao excesso

Se há uma justiça natural, há uma política natural (cósmica, deontológica, a política que deve ser, aquela que põe tudo em ordem, conforme a justa natureza dos humanos). Mas, se não há uma justiça natural, então, não há como naturalizar a finalidade da política.

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