Há coisas das quais não sabemos falar com precisão.
Pois não são exatamente como as coisas são.
No entanto, podemos lhes dar um nome.
Como Alice.
Com o nome, coisifica-se o inefável que nos afeta,
e assim encontra um lugar preciso na gramática
e uma marca precisa na memória.
E tudo fica um pouco mais calmo,
aparentemente sob controle.
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